Sindiserv quer garantia de segurança para servidores municipais

Na manhã desta terça-feira (14), a direção do Sindiserv esteve reunida com os gestores da Fundação de Assistência Social (FAS) e da Secretaria de Recursos Humanos e Logística (SRHL) para buscar soluções principalmente para os servidores que estão no grupo de risco do Coronavírus (Covid-19).

De acordo com a presidente do Sindiserv, Silvana Piroli, na FAS foram debatidas as formas de proteger os trabalhadores municipais, diante da grande importância que representam especialmente neste período de pandemia. “São eles que atendem a população mais desassistida. Queremos garantir que tenham as condições adequadas de trabalho e mantenham o distanciamento de segurança conforme estabelecem as normas municipais, reforça”.

O secretário-geral do Sindiserv, Valderês Fernando Leite, salienta a importância dos servidores da área da assistência que exercem atividades imprescindíveis neste momento delicado, mas reforça que a entidade não abre mão da proteção dos que fazem parte do grupo de risco. “Sugerimos ainda que sejam realizadas ações conjuntas entre a FASe as secretarias de Saúde e Educação”, enfatiza. A presidente da FAS, Marlês Stela Sebben, ouviu os apontamentos e garantiu o fornecimento de EPI’s e resguardo dos servidores em risco.

Também pela manhã aconteceu uma reunião com a titular da Secretaria de Recursos Humanos e Logística (SRHL), Valéria Wormann, para discussão do último decreto que estabelece a retomada das atividades na maior parte dos serviços. “Nossa preocupação é com os servidores com mais de 60 anos, que tenham alguma patologia elencada no grupo de risco e gestantes para que mantenham o tele trabalho ou para funções que não os coloquem em risco e que possam contribuir neste momento de pandemia, sem que haja prejuízos funcionais”, reforça Silvana. Além de Silvana Piroli, participaram da reunião o vice-presidente, Rui Miguel da Silva e a diretora de Saúde, Karina Santos.

Na Saúde:140 servidores da saúde encontram-se no grupo de risco

Foram mapeados pela área de Recursos Humanos da Saúde 140 servidores da área que deverão manter um regramento mais seguro, sendo em teletrabalho ou outras atividades que não representem risco de contaminação. “Estes servidores poderão atuar na retaguarda, auxiliando de outras formas sem estarem expostos. Combinamos que o RH chamará essas pessoas para análise individual da situação. Enquanto aguardam o chamamento do RH, os servidores deverão permanecem de licença tendo seu ponto abonado pela chefia”, explica a diretora de saúde, Karina Santos.

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