Sindiserv contribui com pesquisa sobre “saúde mental entre trabalhadores da saúde diante da Pandemia”

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A saúde mental dos trabalhadores da saúde em tempos de pandemia passará a ser avaliada por meio de uma pesquisa inédita na cidade que começa a ser aplicada nesta terça-feira (18) pelo Centro Universitário da Serra Gaúcha (FSG), com apoio do Sindiserv. O projeto é encabeçado pelas pesquisadoras Ana Claudia B. Zampieri, também coordenadora do curso de Psicologia e Cássia Ferrazza Alves. Após aprovação pelo comitê de ética da instituição, o questionário passa a ser respondido pelos servidores da área da saúde, independente dos cargos em que ocupam.

A projeção é coletar informações de 500 voluntários na pesquisa que se desenvolverá em duas etapas. A primeira, quantitativa, com a aplicação do questionário e a segunda fase será a qualitativa com entrevistas individuais sobre as vivências neste período. Conforme Ana, existem estudos apontando que os trabalhadores da área apresentam maiores índices de ansiedade. “Não se trata de um diagnóstico, mas sim de buscar indicativos sobre os sintomas que os profissionais da área vêm apresentando que possam ser decorrentes do estresse causado pela pandemia”, destaca. As pesquisadoras garantem sigilo aos participantes da pesquisa, que deverá apresentar o resultado final das duas fases em dezembro, porém, dados coletados no questionário poderão ser avaliados antes disso.

De acordo com a presidente do Sindiserv, Silvana Piroli, a pesquisa é também uma boa oportunidade de conhecer os níveis de estresse entre os trabalhadores do serviço público e da iniciativa privada e se há diferenças na sensação de cuidado e acolhimento nas duas esferas. “O Sindicato sempre será parceiro de iniciativas que possam contribuir na tomada de decisões que possa trazer mais qualidade de vida para os servidores”, aponta. Nesta terça-feira, o Sindiserv passa a disponibilizar o link da pesquisa aos servidores. “São cerca de 20 minutos para responder todo o questionário e os voluntários que desejarem participar da fase qualitativa também poderão acenar com esta possibilidade. Acreditamos que ela seja importante porque tem sido destacado o aumento do estresse, sintomas relacionados à depressão e ansiedade, com reflexos na qualidade de vida, relacionado ao trabalho em profissionais da saúde no combate ao COVID-19”, afirma Cássia.

Mais informações e entrevistas:

Ana Claudia B. Zampieri; Telefone: (54) 991617131– Cássia Ferrazza Alves; Telefone: (54) 984353953

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