Energias e bons fluidos espalhados pelo Sindiserv

Os últimos dias têm sido dedicados ao “cuidar da alma” na sede social do Sindiserv. A comissão de servidores aposentados organizou uma agenda cheia de atividades que reúnem integração, cor, espiritualidade e diversão.  Na sexta-feira (17/08) cerca de 70 pessoas prestigiaram a palestra sobre Chakras, com Dinalva Crippa.  Na manhã e tarde de segunda-feira (20/08), foi a vez de confeccionar mandalas, com Maira Paludo.

A energia que emerge de cada um

A trajetória de Dinalva em si, já um ensinamento. Formada em Direito, não chegou a exercer a profissão, faz bastante tempo que sua área de atuação é o comércio. “Há mais de 25 anos me dedico estudar as coisas da alma e do espírito e a energia que envolve tudo isso. Essa busca fez com que eu chegasse até ao ensinamento da grande fraternidade branca da era de aquário. Dentro destes ensinamentos estão a chama violeta, o conhecimento de si mesmo e os chakras”, explica.

Ela é fundadora de um núcleo onde os integrantes se reúnem para colocar em prática o que aprenderam. Por meio de mantas, decretos, são capazes de harmonizar através da força das palavras (chakra da garganta).

A diretora de comunicação do Sindiserv e membro da comissão dos aposentados, Claudia Detânico Calloni, afirma que as atividades representam um aprendizado para a alma. “Conhecendo os chakras podemos usar melhor nossa a energia afim de preservá-la e usá-la no cotidiano. Todos queremos sempre mais paz e harmonia”, destaca.

 

Círculos, cores e formas para manter o equilíbrio

A primeira oficina de mandalas não foi feita apenas de ensinamento, foi um momento também de partilha, de rever colegas e trocar experiências sobre o novo significado da vida quando a aposentadoria chega. Em meio aos violetas, laranjas, verdes, amarelos… o sorriso, a troca de experiências. “Estive na palestra sobre chackras e agora estou colocando em prática a energização que surge com as mandalas”, explica a servidora aposentada Dioneia Balbinot em meio ao bate-papo com as colegas.

A proposta é que as pessoas tenham um olhar diferenciado tanto para as artes, quanto para as suas vidas, tendo mais concentração e perseverança, ensina a instrutora Maira Paludo. “Esse é um momento da vida em que não há cobrança para terminar logo um trabalho.  Cada uma está usando uma cor que representa a motivação ou equilíbrio que deseja para si. Não há certo ou errado na confecção de mandalas e o mais importante: todos são capazes”, afirma. A segunda etapa da oficina acontece nesta quarta-feira, dia 22.

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