Sindiserv reivindica que servidores sejam ouvidos e estabelecidos critérios para insalubridade

A direção do Sindiserv esteve reunida nesta quinta-feira (1/04) com o titular da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SEMMA), João Osório Martins, a secretária Municipal de Recursos Humanos e Logística (SMHRL), Daniela Reis e com o diretor de RH, Edelvan Peruzzo. Ambas reuniões visaram a segurança dos servidores e melhores condições de trabalho.

SEMMA/PPJ

Diante da necessidade de reorganizar as escalas de trabalho para manter o serviço em funcionamento, o Sindiserv levou a preocupação ao secretário que responde pela pasta do Meio Ambiente, João Osório e diretor do setor de Parques, Praças e Jardins (PPJ), Anderson Miranda sobre a importância de preservar a saúde dos trabalhadores com regramentos que evitem a contaminação. “Entendemos a necessidade do serviço, porém, buscamos protocolos claros, sem que haja contato direto entre os servidores, com EPIs adequados e, principalmente, com a escuta ativa das sugestões e demandas dos servidores. Eles estão nas atividades do dia-a-dia, conhecem a estrutura do serviço e podem sugerir com boas práticas protetivas. Basta serem ouvidos”, ressalta a presidente do Sindiserv, Silvana Piroli.

Outro assunto apontado foi a necessidade de melhoria nas condições de trabalho e carência de profissionais para atuar no Cemitério Público Municipal. “Precisamos de profissionais em número necessário para prestar os serviços. A redução de servidores em diferentes áreas compromete a prestação de serviços, de outro lado vemos uma crescente no número de terceirizações que representa pagar mais pelo mesmo serviço além de inviabilizar o FAPS”, observa, Silvana.

Insalubridade

Dúvidas sobre insalubridade são recorrentes neste período de pandemia, principalmente nos setores que estão na linha de frente. Para tratar deste tema, a presidente do Sindiserv, Silvana Piroli e a diretora de saúde, Maria Lourdes Back de Lima participaram de uma reunião com a titular da SMRHL, Daniela Reis e o diretor de RH, Edelvan Peruzzo. “Discutimos a necessidade de condições de trabalho e de uma avaliação da periculosidade para os trabalhadores que estão na linha de frente no combate à Covid-19. Os técnicos avaliarão as atividades. Após isso, voltaremos a reunir para debater os critérios o pagamento do adicional de insalubridade de 40%”, explica Silvana.

X