Sindiserv promove ciclo de debates com professores da Rede Pública de Educação

Para debater os rumos da educação na atualidade o Sindiserv, juntamente com professores/as da rede municipal, realiza um ciclo de palestras envolvendo temas relativos não só ao ensino aprendizagem, mas também referentes às suas condições de trabalho.

O Ciclo de palestras terá três encontros que serão realizados no auditório do Sindiserv às 19h,  o primeiro encontro  acontecerá  dia 03 de julho,  e tratará de questões relacionadas ao tema Diversidade de Gênero, com as psicólogas Paola Vargas Barbosa e Fabíola Zeni Papini. Em 31 de agosto, o professor Gaudêncio Frigotto falará sobre a educação no momento atual. Na última palestra do ciclo que ocorrerá dia 19 de outubro, a professora Helenir do CPERS falará sobre o trabalho d@s professor@s nos dias atuais. O evento é gratuito para os associados,  para não sócios haverá o custo de R$ 40,oo cada palestra. As  Inscrições podem ser feitas pelo telefone (54) 3228-116o ou diretamente no Sindicato.

A ideia da realização de um ciclo de palestras foi apresentada por professoras/es nas reuniões do Conselho do Magistério. Dessa forma, o Sindiserv reafirma seu compromisso com educação pública, democrática e de qualidade, caminhando para o desenvolvimento de uma sociedade com valores e atitudes mais humanas.

O objetivo é criar espaço de discussão sobre assuntos de interesse d@s  professor@s, analisar e refletir sobre a conjuntura atual  e as dificuldades que permeiam a educação diante do congelamento dos investimentos públicos, proporcionar formação através do estudo de temas relativos ao trabalho.

De acordo com a Diretora de Educação do Sindiserv, Rita Casiraghi Moschen,  a política atual impede o progressivo aumento de recursos para elevar os níveis educacionais do Brasil, evidenciando  que o que está em cheque é o direito a educação pública. Isso gera uma preocupação enorme entre profissionais da área que veem não só o agravamento das dificuldades pedagógicas, materiais e relacionais se avolumarem, mas também a criação de incertezas quanto ao seu futuro.

“São conhecidas já as práticas de alguns governantes que fecham ou sucateiam escolas, não dialogam com professoras/es das redes que representam, reprimem com violência as suas reivindicações e tentam terceirizar o ensino público. Está claro que o congelamento dos investimentos em educação por 20 anos inviabilizará que as parcelas mais humildes da população tenham acesso a uma escola de qualidade, perpetuando dessa forma a diferença educacional entre ricos e pobres”, enfatiza Rita.

 

 

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