Água tratada com profissionalismo e atenção permanente

A água que todos nós consumimos chega até nossas casas graças ao trabalho incessante dos servidores que atuam no Sistema Autônomo Municipal de Água e Esgoto (SAMAE). Um desses responsáveis é o engenheiro ambiental e chefe de operações de ETA e Esgoto (Estação de Tratamento de Água), Tiago Antônio Marcon, 32 anos, cujo cargo é operador de ETA e Esgoto.

Há nove anos como servidor público, atualmente é o responsável por organizar as escalas de trabalho, acompanhar os insumos e as necessidades das ETAs para manter o fluxo de abastecimento, que deve ser ininterrupto. A média de vazão diária. “Sempre valorizei bastante o trabalho público, apesar de meus pais não serem servidores. Ao me tornar servidor passei a compreender o porquê de algumas demandas serem mais demoradas. Tudo deve ser muito bem explicado, pois estamos trabalhando com o dinheiro da população e temos que cuidar muito bem disso e em contrapartida oferecer o melhor serviço.”

O SAMAE está organizado por divisões, que são: água, esgoto, recursos hídricos, administrativo, planejamento integrado, tecnologia da informação e financeira. Atualmente existem seis ETAs em funcionamento (Morro Alegre, Parque da Imprensa – pertence ao sistema Faxinal e reponde por cerca de 60% do abastecimento da população de Caxias, Celeste Gobatto, Ildefonso Schroeber – em homenagem ao primeiro engenheiro contratado do SAMAE, Borges de Medeiros – pertence ao sistema Dal Bó).

O funcionamento de uma ETA significa basicamente no recebimento da água bruta e entrega da água tratada a população, com o objetivo de que essa água seja potável. O processo consiste em alicação de coagulantes, carvão ativado (em caso de surgimento de algas), após segue até o floculador, passando pelo sedimentador. Segue para o filtro, e após recebe a aplicação de flúor e a desinfecção por meio do cloro. “Gosto muito da atividade que exerço. Percebo que os colegas também se sentem assim. Há algum tempo foi criada uma comissão para reforma dos filtros e a colaboração está sendo intensa, apesar dos cortes de verbas para as comissões. Existe uma afinidade grande entre os servidores que comemoram juntos quando as melhorias são realizadas, independente do setor que atuam”, conta.

Na visão de Marcon, caso o serviço do SAMAE não fosse realizado pelo poder público, talvez os padrões de qualidade seriam mantidos, porém, o custo final do mesmo produto seria mais elevado, já que visaria lucro.

Quando não está no trabalho, Marcon divide-se como baterista em três bandas, no melhor estilo rock and roll.

X